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SOLIDÃO



É sonolento e triste o entardecer...
O sol, lá fora, em seus últimos lampejos
tenta se desprender das nuvens que o impedem de sair
e apreciar o espetáculo que o mundo encena...
Eu penso que lá nas alturas ele também pode estar solitário,
mas entre miríades de estrelas cintilantes!
Que se pode fazer numa tarde assim,
quando a tristeza se agasalha n!alma
que chora a saudade imensa do amor distante?
Que se pode fazer , quando a nostalgia das lembranças,
qual miríades outras de estrelas sem brilho,
povoam o céu do pensamento,  encobrindo
o sol da alma em desencanto?
Quando as lembranças são tantas,
quando a saudade acorrenta a alma errante,
somente os versos que acalentam o Vate
podem suprir as amarguras da Musa que se foi!



Saudade, lembrança em movimento!
segundo real,  veloz qual pensamento,
que move o tempo em sua essência!
É o que eu faço, lembrando a tua imagem
e vendo dentro d!alma , qual miragem
toda a solidão de tua ausência!

22.10.2005
Nelson de Medeiros
Enviado por Nelson de Medeiros em 22/10/2005
Código do texto: T62384

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Sobre o autor
Nelson de Medeiros
Cachoeiro de Itapemirim - Espírito Santo - Brasil
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