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TARDE DO ADEUS

Era um nevoeiro muito denso
que naquela distante tarde havia,
tambem aquele frio era intenso
quando ja chegava,o final do dia.

Ví que tremia os lábios seus
e minha voz,tambem ja não saia,
era a nossa tarde do adeus
naquela tarde,ela partia.

Frio,que quase me congelou
onde,ja não tinha alegria,
ela se foi,nunca mais voltou
a dor,minha alma invadia.

Hoje,relembrando penso
quando ela ,na neblina se ia,
ali fiquei,calado e tenso
quando ela,na estrada sumia.

Para sempre fiquei congelado
pelo frio,que na tarde fazia,
quando perdi meu bem amado
minha alma ficou tão fria.

Foi um frio,que eu não queria
na despedida do meu amor,
toda minha vida congelaria
so não congelou minha dor.
GIL DE OLIVE
Enviado por GIL DE OLIVE em 09/10/2007
Código do texto: T687337
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Sobre o autor
GIL DE OLIVE
Campos do Jordão - São Paulo - Brasil
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