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Texto

I -CARTA ABERTA ( série - pequenas cartas)

Queira-me como eu sou. Que eu te quero exatamente como és. Não precisa querer ofertar-me a lua, ela nunca será de ninguém, mas de todos ao mesmo tempo. O teu amor já é suficiente.

Não me faça promessa para o amanhã, pois amanhã a Deus pertence. Dê-me a eternidade desse momento, que eu sei; é o mais puro e sincero que me pode oferecer. Nunca devemos querer mais do que podemos, assim somos eu e você!
Foi assim que eu me permiti ser tua e você se permitiu ser meu , sem cobranças, sem resgistros, sem papel...nesses doces e (eternos) momentos, somos eu e você, nada mais importa.
Fizeste-me nua de mim, nua de pudores, defeitos, imperfeições e preconceitos.  Fizeste-me assim... O melhor que eu posso ser e sou intensamente feliz quando estamos juntos.
Eu sei que não posso querer mais do que isso... Jamais, pedirei pra ficar se essa não for a tua vontade, mas também não quero que me prenda a você de modo insensato, possessivo, fique quanto puder quanto quiser, como quiser...
Eu não posso querer-te de outra forma, eu só posso querer-te como posso, como devo, exatamente assim como você é, exatamente assim com te conheci, como te encontrei!

(*) A você meu amor, de jeito que és!
DI MATOS
Enviado por DI MATOS em 02/04/2008
Reeditado em 30/08/2008
Código do texto: T927450

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Sobre a autora
DI MATOS
São Bernardo do Campo/SP - Brasil, 54 anos
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(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 24/05/13 04:08)

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