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Andrômeda

pisei os pés do tempo
joguei ovos na cara da poesia
despedacei luas e comi duas auroras de uma só vez
não me ame demais
não sorria para o desconforto
eu estou ali, sentado
a vida é rude com os honestos
quando eu morrer quero um túmulo de papel,
um livro de cabeceira
e um punhado de odes para atirar no lixo
venha ver quem me mata
atire pedras
e grite
apenas grite
MAXIMILIANO DA ROSA
Enviado por MAXIMILIANO DA ROSA em 28/01/2006
Reeditado em 15/02/2006
Código do texto: T105340
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Sobre o autor
MAXIMILIANO DA ROSA
Imbé - Rio Grande do Sul - Brasil, 43 anos
24 textos (925 leituras)
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MAXIMILIANO DA ROSA