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sem sentido

 sem sentido

  tido como covarde , sem fazer alarde ,
os dias caminhando , pedregosos...
as curvas sentidas como agulhadas.
acupuntura não elimina mágoas.
voa a abelha voraz , sobre a rosa em botão,
aguarda a saída apressada do inverno.
o sobretudo esquecido sobre a poltrona,
no espelho, marcas de batom vermelho,
uma última olhada pela janela...
o metrô assobia nas  curvas de suas pernas.
entreaberta a porta, avisa o final desta historieta.

       gardênia
gardênia
Enviado por gardênia em 19/02/2006
Reeditado em 20/03/2006
Código do texto: T113708
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
gardênia
São Paulo - São Paulo - Brasil
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