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De mim fiz um eco.

De mim fiz um eco.

Não encontrei o que dizer.
Não posso esquecer meu tédio.
Olho as paredes brancas
Nem o céu consigo seguir.
Você pensa melhor sem mim.
Aceito mesmo sem saber por quê
Seu intelectualismo é visto por você
Com mais valor do que a vida.
Sem vida não há nada
Nem burrice nem sabedoria
Se alie aos temas atuais
E vá aos dias que vem
Esquecendo que eu sempre
Quis-te bem, mesmo morrendo a cada dia.
Seu gosto pervertido
De conquistar e logo jogar fora
Um dia vai te ferir.
Ai talvez veja o quanto
Que as minhas palavras
Foram sinceras, mas
Perderam-se diante do seu ódio.
Pintei o retrato em preto e branco,
E todos questionam as lagrimas.
Em silencio faço versos em meus livros
E perpetuo os crimes cometidos
Por sentimentos que ignoraram a razão.
Fiz de mim um eco
No espaço minhas imagens somem
E você não vê e por
Escolha não responde quando te chamo.
De mim fiz um eco, mas não pra viver
No abandono, seguirei os passos
Do tango que segue.







DAS UTOPIAS

Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!

Espelho Mágico

Mario Quintana... Um senhor de sentimento vasto. Uma percepção poetica que dispensa comentario...




Jane Krist Coffee
Enviado por Jane Krist Coffee em 10/06/2006
Reeditado em 14/06/2006
Código do texto: T173173

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Sobre a autora
Jane Krist Coffee
São Paulo - São Paulo - Brasil
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