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A lágrima

Tão frios são meus pés ao amanhecer
Tão desatinas são as verdades que me guiam
O olho arde à lágrima caí
A lágrima seca, mas o desespero não sai.

Incha os olhos novamente, a lágrima agora é dor.
Despedaça-me a face
Como um vidro que se quebrou
Como um amor que se acabou,

A fonte se secou...
Flama que contra mim se voltou
Já tão tarde depois do mal já feito

Minha perna estremece diante do efeito
Do desespero do desprezo
Ton Dourado
Enviado por Ton Dourado em 13/06/2006
Código do texto: T174716
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Sobre o autor
Ton Dourado
Samambaia - Distrito Federal - Brasil
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Ton Dourado