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Conseguindo o conseguinte

Não importa
Acho que tinha razão.
A estrada é provinciana
E o crítico não passa disto.
Mas para o além é sinistro
Mítico, inflável e astuto.
Escorbuto em crise!
Tipos...
Afáveis fatores!
Não tem mais razão.
Periodicamente aclamavel.
Estados de crise e implosão.
Oque quer dizer?
E mais...
Só em um minuto inexistente.
E pra lá de Bagdá estávamos.
Falei com um senhor naquele dia
Confiança e vulnerabilidade.
Tomou de meu vinho.
Então...
Eu e minha amada
Estávamos acima da estrada calada.
Quebrada e rastejante.
Sempre em cinza.
A makropole.
E em mínimos dedinhos,
Prometeram trazer-me o prazer e a alegria da vitória.
Que não por isso.
Sim por altruísmo.
Pois meu jogo não é futebol,
Nem jogo é.
E se eu parar?
Morto vivo!
Mas naquele dia eu vi também meu irmão,
Minhas avós,
Meu avô,
Meu amigo.
Todos tomaram de meu vinho.
E o céu estava maravilhoso
Minha árvore estava forte e astuta
E dignamente
Pensei
Que podia continuar.
O que de Souza
Enviado por O que de Souza em 28/06/2006
Reeditado em 22/08/2006
Código do texto: T184150
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Sobre o autor
O que de Souza
Curitiba - Paraná - Brasil, 29 anos
335 textos (8757 leituras)
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O que de Souza

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