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Alma das Coisas


O sentido reluz engraçado,
Absorto

Miragens que energem sutis inocências
Tornam-se amantes de vivência,

- Quietos gafanhotos...

O trono é único,
Gastado por toda a eternidade.

- Patos afogueados raros...

À deriva de magnitude,
Ilustração.

- Sapos agachados bravos...

À tocaia de insetos reis,
De nação.

- Pedras caninas raivosas...

Esconjurada de cara ardida,
Babada.

- Selvas compridas alucinógenas...

Dos barros bons,
Esconderijo é jornada.

... São ditos fantasmas de corpos animados,
No rugir certeiro e silencioso do tempo.

Casualmente em estados abonados...
Habita em moradas sagradas.
 
– O irmão e presunçoso vento.
Alcebíades Segundo
Enviado por Alcebíades Segundo em 10/11/2006
Código do texto: T287080

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Sobre o autor
Alcebíades Segundo
Guanambi - Bahia - Brasil, 38 anos
163 textos (9516 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 02/12/16 20:22)
Alcebíades Segundo