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...ao começo

Nada em sobretudo
Apenas o que gosto
Noite, frio sem paixão
O calor à vida me mostro.

Como vinho me detém
De sabor ardente
Chega pleno a alma
Sentimento sempre ausente.

Não crer em face igual
Meu jugo é crer
Creio quando os olhos assistem
Não acredito no que é viver.

É minha sua manhã
Eternamente morbidez
Só, no meu caminhar
Na sede é minha escassez.

O doce não sinto mais
Na pele fria, um corte
O amor se esvai
Como sangue de presente, à morte.
Vanderlei
Enviado por Vanderlei em 18/08/2005
Código do texto: T43540
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Sobre o autor
Vanderlei
Espírito Santo do Pinhal - São Paulo - Brasil, 46 anos
83 textos (5353 leituras)
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