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NÃO APRENDERAM A NADAR

QUANDO ESTOU ACOMPANHADO
NADA VEJO
AO ESPELHO
UMA NUVEM NAVEGA NA MINHA ALMA
LEVEZA
NA MADRUGADA
VEM O SONO DOS INOCENTES
COERENTES
REALISTAS
FASCISTAS
ELE VEM VINDO PARA ACORDAR A NATUREZA
VEM TODOS OS DIAS
DIAS ALEGRES
TÍMIDOS E TRISTES
MAS ELE CHEGARÁ
PARA REALIZAR A NOSSA JORNADA
PODE SER AO DIA OU MADRUGADA
MEU AMIGO
SOL
A VIDA É ETERNA QUANDO ELE EXISTIR
E A LUA SURGE
PARA DESCANSAR
ACALMAR O MERCADANTE
COBIÇADOS PELA GANÂNCIA
DA FRAGRÂNCIA DOS
PERFUMES
ESSES OS QUE USAM
NÃO SABE
QUE CHEIRO TEM
O EGOÍSMO É TÃO ABSURDO
QUER SENTIR O AROMA PARA SI MESMO
COMO PODEREMOS SABER O SEU AMOR?
SÓ PENSA EM SI MESMO
O ESPELHO CANSOU DE SER VISTO E REVISTO
PELA SUA VAIDADE
NÃO APRENDEU AINDA COM A SUA IDADE
GASTOU TUDO QUE TINHA
UM DIA ELE CAIRÁ
TODOS CAÍRAM
NO ORGULHO
OS QUE FICARAM NESSE BARCO
AFUNDARAM AO FUNDO DO MAR
NÃO APRENDERAM A NADAR
POR NÃO SABER AMAR






Milton Nunes Fillho
Enviado por Milton Nunes Fillho em 23/09/2005
Código do texto: T52949
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Milton Nunes Fillho
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 55 anos
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Milton Nunes Fillho