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Espelho De Sanhaço

Não venha me culpar pelos seus erros
Já me bastam os meus que eu tenho de carregar
Eu não gosto que me digam o que devo fazer
Nem de falar quando não tenho nada a oferecer
Eu não estou satisfeito com essa vida comum
Eu prefiro a velocidade a não correr risco algum
Eu quero muito para mim sem parecer egoísta
Mas acho que eu sou um perfeito individualista
Eu gosto do absurdo sem tempo ou espaço
Eu vejo tudo através de um espelho de sanhaço
Eu sou o que todos pensam que eu não sou
E também o que eles querem que eu seja
Eu sou o seu medo e a sua alegria de viver
Eu sou tudo aquilo que todos queriam ser
Eu sou o que todos rejeitam
Eu sou o que todos almejam
Eu sou meu fim
Eu sou meu começo
Eu sou maior do que eu mesmo
Paulo Antonio Barreto Junior
Enviado por Paulo Antonio Barreto Junior em 27/08/2007
Código do texto: T625649
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Sobre o autor
Paulo Antonio Barreto Junior
Salvador - Bahia - Brasil, 46 anos
417 textos (6218 leituras)
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