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Perder aos Poucos.

"Autobiograficamente abstrato. Palavras desencontradas sopradas pelo vento, esvoaçam como pó
Da folha nasce a flor e o fruto, que quando morrem caem ao chão Para nascer de novo
O que há então além do todo? Todo esse que surgiu do nada
Que não viera de lugar algum, pois sempre estivera lá
O que há de errado no errado, quando na verdade o que é certo varia
E por quê insistir em paradoxos, confeccionando limites
Quando podemos transpo-los e reduzi-los
Não quero rótulos, eu quero conteúdo
Me chame como quiser se quiser
Quando quiser
Mas chame
Tenho fichas pra jogar, pra perder
Num blefe violento, porque, nada mais deprimente
Do que
          Perder
                     Aos
                          Poucos."
marvin rosa
Enviado por marvin rosa em 13/09/2007
Reeditado em 18/09/2007
Código do texto: T650573

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Sobre o autor
marvin rosa
Santa Isabel - São Paulo - Brasil, 29 anos
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