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Preferências

Se eu morrer,
quem se importará?
Se eu nascer,
quem me acolherá?

Prefiro continuar anjo,
ainda que me achem louco.
Prefiro continuar galho,
mesmo que seja oco.

Não quero ser como os homens,
que matam, amam, morrem, e não sabem porque.

Prefiro ser inseto,
e viver no mato, dormindo dentro das flores.
Prefiro ser a Lua
a alumiar a cidade, e mostrar suas dores...

E como não por mim,
mas já fora dito:

"Não quero ser um poeta que até finge ser dor a dor que devéras sente"

Prefiro existir apenas,
e poder observar o mundo e seus dilemas...
Miquéias Felix
Enviado por Miquéias Felix em 08/10/2007
Reeditado em 13/08/2013
Código do texto: T685991
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Miquéias Felix
São Gonçalo - Rio de Janeiro - Brasil, 27 anos
35 textos (1537 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/08/17 00:44)
Miquéias Felix