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TEMPESTADE

A tempestade que inundou essa madrugada
Deixou poças de lágrimas durante o dia
E, cada palmo dessa desvalida estrada,
No abismo grandioso e falso se desfia.

Pois foi mesmo essa chuva que lhe segredou
Aquilo enfim, tão amargamente escutado:
Se o nome em seda suave e fina bordou
E, em nuances de cores, ficou ali bem gravado.

Nessa lágrima de sangue que agora jorra
Só ficou de vermelho ainda mais manchado
E a lua fingida, gargalhando vai à forra.
Pra deixar nessa estrada só um grito trancado.
Tânia Regina Voigt
Enviado por Tânia Regina Voigt em 14/10/2007
Reeditado em 11/04/2009
Código do texto: T693987

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Sobre a autora
Tânia Regina Voigt
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil
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Tânia Regina Voigt