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DEPOIS DE UM CÉU

Eu varri o rio, as lágrimas esconderam-se, o leito se formava na melancolia e dor,
O elixir da existência se deliciava no parque, eu contava os barcos à deriva.

O rio insistia em levar-me, mas eu continuava a varrê-lo insistentemente.
As nadadeiras impulsionavam os absurdos, a mesma força deixava sustentando-me.

Pude sentir o bailar das folhagens intrigadas com o poder das águas.
Esta levitação afável que permuta os dias com a falta da presença de um amor.

Assim, depois de um céu sempre há um destino como calmaria, e tomei-me como percurso de mim.

As minhas histórias puderam banhar-se sorridentemente ao meu lado.

Senti todas as sensações de homem, proveniente do medo ás escuras me via em ornamento.

Não havia mais lugar para almas esquecidas, com toda força do mundo me abri e me vi sustentado pela  beleza  e pela intensidade.
Gueko
Enviado por Gueko em 16/11/2007
Reeditado em 17/09/2013
Código do texto: T739738
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Gueko
São Mateus - Espírito Santo - Brasil, 51 anos
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