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Covas da Ditadura

De repente a verdade
Não parece mais certa
Tu em covas de falsidade
Em tocaia e alerta.

De repente o quente se tornou frio
A espera incerta pelo nada
O fim da busca pela vaca profana no cio
Encontrada enfim em sua antiga morada.

Nada dos versos do Caetano ou Chico
Que cantavam a Ditadura em sua sinuca de bico
E a podridão militar.

Nada de exílios lá fora
Massacres lembrados no agora
E segredos que não se pode calar.


>>> De repente... Associei ao surrealismo...
HM Estork CCoelho
Enviado por HM Estork CCoelho em 23/12/2005
Código do texto: T89615
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Sobre a autora
HM Estork CCoelho
São Sebastião - São Paulo - Brasil, 41 anos
927 textos (49171 leituras)
8 e-livros (486 leituras)
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HM Estork CCoelho