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Enxofre e Carbono

(minhas "poesias" são como letras de música)


As estacas em minhas mãos mostram o quanto fugi
E enquanto as adagas desmontam, eu me corto por aqui
As minhas veias liberam enxofre e liberam sódio
As minhas veias feitas de carbono e de óleo

A água que não posso beber
Ela matou, matou, matou você
Com a arma afiada que Deus lhe deu
Chamada amor
A água que envenenou você
Ela matou, matou, matou você
Sem o perdão a quem te conferiu
O ódio

As minhas poesias vêm com cheiro de alho
Contra sua inveja e hiprocrisia
Talvez se a minha canção tivesse um nome próprio
Esta canção não fosse assim tão minha

A água que não posso beber
Ela matou, matou, matou você
Com a arma afiada que Deus lhe deu
Chamada amor
A água que envenenou você
Ela matou, matou, matou você
Sem o perdão a quem te conferiu
O ódio

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aark cianwood
Enviado por aark cianwood em 29/01/2006
Código do texto: T105461
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Sobre a autora
aark cianwood
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 27 anos
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aark cianwood