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CHÃO DEVASTADOR

Não representa apreço desfazer
o clã que desta vez me fez corar;
fingir nem um afã me vai trazer
de volta o tão silenciado arvorar!

Se há constância e resignado querer,
Por que comportas visível torpor?
Transparecendo dolente sofrer,
canta a coruja arrepio e pavor!

Recrudescendo ao latido dos cães,
um lobisomem aos vestígios da noite,
na encruzilhada o esquadrão matador!

À impunidade – oligarquias vilãs
desafiadas, abaixam o véu em açoite,
na frigidez do chão devastador.

Zecar
Enviado por Zecar em 11/05/2005
Reeditado em 20/07/2016
Código do texto: T16281
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Zecar
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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