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Porta-bandeira



A rua inundada pela água suja, a lua
Você matando a sede
nas Minhas roupas rasgadas

Uma porta-bandeira passa silenciosa sobre nossas sombras
Samba minha cabeça no ronco da cuíca
Minha cabeça de dragão chinês

Paro!
Atiro em cem milhões de estrelas dispersas e fujo

Construo tetos de vidro, pontes, anéis
   enquanto
a vida passa como a porta-bandeira
Como o samba que cai como chuva
Márcio Barreto
Enviado por Márcio Barreto em 22/08/2006
Código do texto: T222598
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Sobre o autor
Márcio Barreto
São Vicente - São Paulo - Brasil, 46 anos
40 textos (1956 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 05:03)
Márcio Barreto