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Almas libertas

Quem observar a borboleta rósea
despojando-se da veste corpórea,
terá oitocentos anos de felicidade
e se agarrar suas asas com vontade,
aprenderá a descartar cada rebeldia
que bane a lei da correta vivência!

Engaiolará a consciência individual,
a favor de uma  agregação essencial,
dois atos existenciais que coexistem,
contudo, ambiguamente se excluem!

A concomitância entre homem e mundo
é irrefutável à evolução plena da raça;
insuflando-se velas ao mar descabelado,
ambos se misturam e rasgam esperança,
prometendo-se  mútua  aliança de paz,
pois sem união átomo algum será capaz!

Voa borboleta,voa. Vá buscar o troféu,
pelo que suas peles desfolharam secas,
e escorregaram perdidas em suas ancas
viris,determinada a sulcar ruas no céu!

Ensin'os pobres mortais em almas fracas
a expandirem os rumos no sentido da luz,
ao talhe da benção que o homem conduz!
Humilhando o ego, derrubando as trancas
frias, que enclausuram o homem no homem,
libérrima será a revoada d'almas brancas!

Santos-SP-31/08/06
Inês Marucci
Enviado por Inês Marucci em 31/08/2006
Código do texto: T229684
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Sobre a autora
Inês Marucci
Santos - São Paulo - Brasil, 54 anos
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Inês Marucci