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De Costas pro Mundo

De costas pro Mundo Kria me orienta.

Não sei se quero a chuva.
Não sei se quero o sol.

Basta-me a consciência.

Olhando para um horizonte desconhecido,
Imaginando o meu pedido me sustento.
Não sei qual será o monte.
Quantos tentos...

Até agora meu ser é só servidão.
Sirvo a este horizonte...
Contemplação.

Neste olhar perdido mora a noção da morte.

Hipnotizado pelas ondas...
Sem iguais que reclame.

Sentido pelo vento...
Sem sinais que engane.

Quando quero as estações mudam de acordo a sorte...
Ou a providência.

Escolha os seus cantos.
É o mundo dos sons,
Obra-prima do tempo.

Domine seus cantos.
Peça rara de dons,
Caro sentido do alento.

Senta teu ser e aprecie em volta.

Respire aliviado...
A natureza entoa vida.

Sinta teu ver e guarde em resposta.

Respire aliviado...
O supremo rege composições.

Eu não sei onde vai dar...
Quero ultrapassar essa linha.

É tênue, mas é vista.
Superar imaginações...
Ao menos um pulo que se arrisca.

Dá pra tocar, de repente...
Precipitar não é boa ação.

Quando quiser, queira, simplesmente.
Pro desejo, não importa a posição.
Alcebíades Segundo
Enviado por Alcebíades Segundo em 06/11/2006
Código do texto: T283941

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Sobre o autor
Alcebíades Segundo
Guanambi - Bahia - Brasil, 38 anos
163 textos (9517 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 17:32)
Alcebíades Segundo