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APENAS O QUE PARECE

Eu sou o clandestino na cidade dos forasteiros
Eu sou a ovelha branca entre o rebanho das ovelhas negras
Eu sou o manifestante ferido num confronto com a polícia

Eu sou o Filho do Nada
nascido na Terra de Ninguém
criado no Orfanato do Acaso
de Lugar Nenhum

Mas, tá bom, esquece!
Eu sou apenas o que parece
E o que desaparece
sem ter aparecido

Ninguém viu ou foi capaz
de ter ouvido
Só você, que tem mais
que cinco sentidos
Gleyson Faial
Enviado por Gleyson Faial em 27/11/2006
Reeditado em 29/11/2016
Código do texto: T302428
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gleyson Faial
Parauapebas - Pará - Brasil
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Gleyson Faial