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Quando mas não antes

Em falso é alicerce
Pouco fincado
Bambo sofrimento exerce
Que me pedra foi desgastado

Desgastado com dente bastardo
A roer pão duro
Gengiva que expele sangue mal falado
É amor cego de luz no escuro.

Esperança freada
Em busca de confiança
Maltratada por férrea arada
Em terra dura de antiga desesperança

Quando a doçura
Mal vista
De carrancuda se camufla
Deturpada por altruísta

Que com compreensão
Pode-se esperar
Quando não se tem expressão
E compreensão não se pode dar

Que se pode fazer?
Senão se acalmar
Continuar a viver
Rezar e esperar


Gustavo Fernandes
Enviado por Gustavo Fernandes em 12/10/2005
Código do texto: T59105
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Sobre o autor
Gustavo Fernandes
Olinda - Pernambuco - Brasil, 34 anos
55 textos (2018 leituras)
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Gustavo Fernandes