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CÓSMICAS POEIRAS, POEMAS

Poemas,  poeiras...
óvulos  planetas
palavra

o tudo é nada na orelha enferma.

Da escuridão à claridade
Submissas cordas móveis
promovem  as rimas cheias
na caverna da criação...


Sempre tão nonata essa ondulação
da palavra irmã do caos
E a prepotente ideia
de nomear a dor
de uma solidão  tão tua

e que  no teu oceano mergulha
para fecundar de um caolho cais



Poetas,
será  eterna essa etérea e duvidosa
vestal de luz
que ao clarear é  lua prenhe
é  mãe solteira
a apagar as rimas tenras
de errantes astros
num rastro de um planeta

Se ainda queres cantar
Canta e te contenta
com o sussurrante som
no solo onde  já não estás
O Eco esquecerá a tua última sílaba a palpitar
Margarete Fonsant
Enviado por Margarete Fonsant em 28/10/2007
Reeditado em 12/09/2010
Código do texto: T714198

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Sobre a autora
Margarete Fonsant
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil
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14 áudios (8981 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 24/10/17 08:03)
Margarete Fonsant