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Digo
Aquém do meu ser total,
Que não sei dizê-lo todo,
Apenas
Sei e sinto
Que não sei dizer tudo,
Nem quanto.
É que há algo imerso
Dentro de quem sou
Que conheço e desconheço
Porque me transcende o entendimento.

Só sei dizer o imenso
Mais do que eu
Que me avassala,
Que não de todo se solta,
Que não vejo mas me inquieta,
Que é muito maior do que eu.

Como se eu fosse rede
E uma ave enorme
Dentro de mim se debatesse
E me rasgasse
Sem contudo conseguir soltar-se,

Para que um dia alguém me
Encontre!


DIGO


A quien le doy mi ser total,
Que no sé decirlo todo,
Apenas
Sé y siento
Que no sé decirlo todo,
Ni cuánto.
Es que hay algo inmerso
Dentro de quien soy
Que conozco y desconozco
Porque trasciende mi razón.

Sólo se decir lo inmenso,
más que lo mío,
que me avasalla,
que no del todo se libera,
que no veo mas me inquieta,
que es mucho más grande que yo.

Como si fuese yo una red
y un ave enorme
Dentro de mí se debatiese
Y me rasgase
sin poder del todo soltarse,

para que un día alguien me
encuentre!

(Versión libre en español: Alberto Peyrano)






Maria Petronilho
Enviado por Maria Petronilho em 28/12/2004
Reeditado em 28/11/2006
Código do texto: T991
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Maria Petronilho
Almada - Setúbal - Portugal, 64 anos
1238 textos (130535 leituras)
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