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Vazio

O brilho parece às vezes querer me cegar...
Ó lua clara, de luz evanescente, venha me guiar!
Nesse apogeu de mistério e doçura, aqui está uma de sua filha a te admirar e a esperar pela cura...
Sentimento sufocante trago em meu peito,
Só basta matá-lo pois não há mais nada a ser feito...
Alma sem destino, vou vagando...
A esperança aprisionada nas mórbidas palavras de um passado não muito distante...
As lembranças chorosas, pela partida de um visitante...
O quanto deve se sentir humana nesse momento de solidão...
Nascendo e morrendo neste negro céu da imensidão...
As lágrimas, rolando uma à uma face abaixo,
Coração palpitando,
Corpos se desencontrando,
Mas eu ainda sim, continuo te amando...
Cicatrizes que jamais se apagam...
Mágoas e rancores que marcam o espírito silenciando a alma...
Vivo a desejar esquecer ou obter essa pessoa que me faz perder a calma...
Sombra, escuridão... tormento por querer e não mais obter...
Luz, claridade... limite para nos frear e nos conter...
Deusa luz, Deusa sombra,
Filha bruxa, filha santa...
Sejas donzela, sejas mãe, sejas anciã...
Contigo estarei e a ti serei,
Sejas bêbada ou sejas sã...
Na fase nova, ambas vazia...
Na fase cheia, ambas ao extremo...
Na fase minguante, estão banindo...
Na fase crescente, estão amando...
Amor que me faz pensar e acreditar que o belo é eterno, e que o medo não existe...
Pois ele és criança, és menino, és homem e acima de tudo poeta...
Sofre, chora... mas dentro de si há uma luz feito a aurora...
Não me amas... mas o que posso fazer?!
Nada!!... pois acho que fiz tudo o que tinha que ser...
Magia
Enviado por Magia em 14/02/2006
Reeditado em 15/02/2006
Código do texto: T111805
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Sobre a autora
Magia
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Magia