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Bonança

Ainda que o vento me molhe
como se fosse chuva de inverno
e eu pareça verde,
como flor de limoeiro
Ainda assim, continuarei
indo, indo e indo
até que a estrada se liquidifique
e a minha visão azule
todo e qualquer sol
Assim, fico comigo mesma
porque não me dou rasteiras.
Não me minto
não me fujo
não me nego
Me respeito
e me respeitando
faço de todo e qualquer sol
a lua poética
que me alimenta.
Dora Leal
Enviado por Dora Leal em 26/02/2006
Reeditado em 26/02/2006
Código do texto: T116374

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Sobre a autora
Dora Leal
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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Dora Leal