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MEU DIÁRIO

Décimo quinto dia,
Outono de Mil Novecentos e Quarenta,
Dez horas, dobram-se para ás vinte,
Como uma magia.

O astro rei
Totalmente oculto,
Período de obscuridade,
A linda manhã daquela estação
Como por encanto
Enche de estrelas
O meu coração.

A massa turva
Acalenta a mãe terra,
Uns questionavam:
"Oh! que é isso?"
Outros:
"O mundo vai se acabar?"
Na minha ingenuidade notei,
Eclipse a despontar,
Banhava-me com o resplandecente luar,
E nesse crepúsculo descobri
Não posso viver sem ti,
Tu és meu sistole, vou sempre te amar.

Querida, nunca machuques
Meu rico coração,
Já não é tão saudável
E tão pouco e aquele,
Você pode se ferir
Uma vêz que, mora dentro dele.
Alci Santos Vivas Amado
Enviado por Alci Santos Vivas Amado em 29/03/2006
Código do texto: T130449

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Sobre o autor
Alci Santos Vivas Amado
Mimoso do Sul - Espírito Santo - Brasil, 71 anos
238 textos (31027 leituras)
2 e-livros (136 leituras)
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Alci Santos Vivas Amado