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desesperos soterrados

Molhou o rosto com água limpa. Desejou sonos profundos durante a madrugada. Tinta fresca em todos os olhos abertos para o mundo. Uma janela pra alma. Secou o rosto com a brisa. Sonhou sonos mais profundos dentro do pesadelo de estar vivo. Fina, derrama sobre os olhos tinta fresca. Cegou-se para a alma. Para as praias de desesperos soterrados. Depurou-se a água e as canções de amor e dor. Molhou os rostos esquecidos nas fotografias dos álbuns de casa. Passa para outra página. Fim das imagens e delírios óticos.
Quaresma
Enviado por Quaresma em 30/03/2006
Código do texto: T130918
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Sobre o autor
Quaresma
Recife - Pernambuco - Brasil, 37 anos
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Quaresma