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O AMOR E PACIENTE

De volta ao nosso lar, Já era bem tarde, o sol parou de clarear, Percebi seus olhos e o seu sorriso:
Senti sua voz, que veio a quase se apagar,
Chorosa, sem poesia e sem emoção,
Parecia doer-lhe a alma e o próprio coração,
Sem direção no camiar, parecia cavalgar pelo espaço,
Numa horrível sensação,
Naquela vontade louca de ser mãe,
Não se importava com o trabalho ou seu cansaço,
Quase tudo parecia sem esperança,
Pois já havia colocado carinho, na doce espera dessa criança.

Com ternura puz-me a abraça-la, não queria vê-la assim,
Deprimidaalarme falso, tão triste e delicada.
Minha voz rouca e aborrecida, saia com firmeza para incentivá-la: "Ergue sua cabeça, não se entrega, vamos lutar, e com certeza, outro dia,
Uma vida nova, breve, vai chegar".

Passados dias...
Comemorava meu aniversário, Ouvia-se nessa hora, lá do alto do campanário, alvorada sagrada de uma canção, dirigida á Mãe das mães, linda prece de oração.

Foi quando ela abriu um papel, dsepositou em minha mão, com fé no presente, a incerteza já passou, "posaitivo"
- Grávida, eu estou.

O mais lindo mistério do amor, milagre de suprema harmonia, Sou confiante nesse exame nupcial,
Mais ainda, sou no processo divinal. fica aqui uma mensagem,
Para todos os jovéns desse mundo,
Quando esse fato acontecer, que seja responsavél e profundo.
Alci Santos Vivas Amado
Enviado por Alci Santos Vivas Amado em 15/04/2006
Código do texto: T139451

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Sobre o autor
Alci Santos Vivas Amado
Mimoso do Sul - Espírito Santo - Brasil, 71 anos
238 textos (31038 leituras)
2 e-livros (136 leituras)
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Alci Santos Vivas Amado