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MIMOSO DO SUL E CACHOEIRO, LUZEIROS DA PAZ

Cachoeiro de Itapemirim,
Sou sua vizinha,
Temos algo em comum
Sou a linda menina
Cidade de Mimoso do Sul.

No meio ambiente tenho
As curvas do Rio Muqui,
Leito sujo e desgovernado,
Idem para você!
Meu amigo Rio Itapemirim.

Rasgam nossas rua e praças,
Olho d'água e opacos lençóis,
Que correm ao relento,
Deitado lá no fundo
Dos velhos aposentos.

Foram caudalosos e alvacentos,
Hoje muitas águas se perderam,
Não há mais força, elas choram,
Pedem socorro,
Suas vozes, não são mais sonoras.

Na contribuição cultural
Envolvo com alegria
Meu filho da terra
Stênio Garcia.

O seu também, e vencedor,
Da jovem guarda
Grande cantor e compositor,
Gravou na CBS,
Rente ao seu talismã,
Deixou-me vida, com as músicas,
Verde e amarelo e café da manhã.

No mais íntimo mimosense,
Percebe a fé no esplendor,
Lá do alto da montanha
Levita a imagem do Cristo Redentor.

Oh! meu amigo Cachoeiro,
Fica em teu seio, ajuda renovar o ar,
Fixo, inerte, edíficio torre da natureza,
O Pico do Itabira, chaminé negro,
Provedor de rara beleza.

Também existe a pedra,
O Frade e a freira,
Sua lenda não se corrói; se refaz,
Desnuda, dia após dia,
Revela todo potencial,
São monumentos, luzeiros de paz,
Acima de tudo, moralidade que se faz.

Alci Santos Vivas Amado
Enviado por Alci Santos Vivas Amado em 23/04/2006
Reeditado em 26/07/2006
Código do texto: T143976

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Sobre o autor
Alci Santos Vivas Amado
Mimoso do Sul - Espírito Santo - Brasil, 71 anos
238 textos (31013 leituras)
2 e-livros (136 leituras)
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Alci Santos Vivas Amado