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A NOITE ACORDOU O SILÊNCIO

A noite acordou o silêncio e o silêncio, os meus fantasmas.

Os fantasmas acordaram os meus temores e os temores, os meus vapores.

Paro, para me condensar e poder existir.

Abro a janela e deixo a brisa me acariciar.

Então, tomo banho de estrelas e deixo a lua me enxugar.

Minhas vozes internas insistem na conversa, mas meu coração precisa descansar.

Elas, então, começam a gritar, só porque desejam ver minha alma falar.

E minha alma teimosa insiste em confabular.

São tantos barulhos misturados que nem posso e nem quero escutar.

E como nenhuma luz dorme acesa, finjo dormir e ordeno minha alma a se calar.

Rosa Berg
Enviado por Rosa Berg em 02/05/2006
Reeditado em 22/11/2008
Código do texto: T148811

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Sobre a autora
Rosa Berg
Juiz de Fora - Minas Gerais - Brasil
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