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Pranto Silêncioso

Eu poderia te dar o amor da pessoa que sou
Talvez secreto sem poder me revelar
Também me faltam palavras para dizer
Mas no olhar você percebe, o desejo de te amar

São vozes ausentes que com o vento se desvanecem
Ficarei só as lamentações do que posso ver e ouvir
Só ficarei com as palavras que são apagadas pelo mar
Mas nunca esquecidas na memória

 Dentre tantas palavras não ouvidas
O presente riso faz-me rolar o pranto
Silencioso e calmo sem pedir passagem
Rolam em minha face

Queria que estas rolassem mais
Mas o que me restou é a dor
Esta nunca se afasta
E o que resta me deprime

Mas não desconheço o amor
Se com ele constrói com ele quero viver
Mas viver a vida sem o dano
Por que quero viver esse amor
Andradep
Enviado por Andradep em 08/05/2006
Código do texto: T152578
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Sobre o autor
Andradep
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