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CASOU POR CONVENIÊNCIA

A medicina não cura
A dor da separação,
Nessa história de amor
Não ouve degraus; só corrimão,
Se for para morrer de saudade,
Prefiro de batida no meu caminhão;
Ou ainda, na mesa de um bar,
Bebendo cana com limão.

O teu beijo tem gosto de chumbo,
Proibida, amante casada;
A onde está o teu ninho?
Informo-te com cuidado:
Boi tem chifres, por que não,
Sabe fazer carinho,
Teu casamento foi loteria
Deu zebra, amarga harmonia.

Casaste com um pão,
E está passando fome,
Quiseste aumentar o patrimônio,
E entrou pelo cano,
Complicaste com o matrimônio,
Você me lembra cana de engenho,
Mais parece com o bagaço,
Hoje, fala em divórcio,
Que triste fim, não fizeste bom negocio.

Aconteça o que acontecer,
Afastarei de você,
E para lhe dar coragem, deixo essa mensagem:
Nossos encontros tornaram-se cinzas
Porque seu casamento virou fogo, Mas,
Antes casada arrependida
Do que solteira aborrecida.

Alci Santos Vivas Amado
Enviado por Alci Santos Vivas Amado em 12/05/2006
Código do texto: T154947

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Sobre o autor
Alci Santos Vivas Amado
Mimoso do Sul - Espírito Santo - Brasil, 71 anos
238 textos (31017 leituras)
2 e-livros (136 leituras)
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Alci Santos Vivas Amado