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DETALHE





Sábado à tarde, o desencontro...Casual?. Nao era hora, nem lugar apropriado.Sempre fora assim!Tudo era questão de detalhe.O que ele gostava, ela combatia.Desprezavam as considerações sobre felicidade. O que restou?
Refugiado dentro do carro, a música deixando a imaginação fluir , o pára-brisa, tornou-se um enorme telão, onde suas vidas passaram em video-tape. Os grosso pingos da chuva batendo no rosto vítreo,eram teclas martelando a máquina da memória.
Não haverá outro por-do-sol mais sincero, nem crepúsculo tão intimo, seus nomes ficarão gravados para sempre, na pedra que não terminará com o tempo.
Tinham tudo para dar certo.E, mais uma vez foi por detalhe,Desta vez, jura que não chorou. O peito amargurado, mais uma mágoa  guardada, surgindo rugas no rosto.
Duvidaram do fim, zombaram do destino. O tempo era eterno e infelizmente o amor não sabia.Pois na pressa de se pertencerem esqueceram dele no escuro e úmido quarto do egoismo possessivo.
A queria sem medo, mas donde tirar segurança. O reencontro será fatal para ambos. Tudo virá a tona...amar-se-ão. Faltará o detalhe principal, a aceitação mútua.




JOAO DE DEUS VIEIRA ALVES
Enviado por JOAO DE DEUS VIEIRA ALVES em 22/05/2006
Código do texto: T160873
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Sobre o autor
JOAO DE DEUS VIEIRA ALVES
Eldorado do Sul - Rio Grande do Sul - Brasil, 54 anos
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