Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Decreto Rei

Cepas ridículas, decrépitas, hipócritas
Cegas fontes, de limo, de gente, de intérpretes insólitas
Puderam chegar e alcançar o pouco, nas calças arriadas
Ah!... Pliçadas.

Pobres, inúteis, cânceres volúveis
Aferroam, apregoam, estendem, mas não vencem
Seqüelas, ventosas em transe, pleiteiam, triunfam
Escapam do tempo, seguem no eixo homo da cinética cotidiana
Sangue do meu sangue, pérola da interação
Mais!... da inspiração, do âmago no fóssil da escuridão.
Solidão!

Sombras turvas e audazes, épico desencontro
Poderes cíclicos, infindáveis tópicos de torpes hominídeos.
A levar,
Sapiência e insígnias da morte.
Pairam de meias, displicentes
Sofrem, marcam o signo no horizonte inteiro
A rever, a ousar
Penetram inteiras, nas asas do lume
Que arde miúdo o transe em toque.
Paz!

Enxovalhando náiades, putrefatas retóricas
Paradigma dum emérito ósseo
Candeeiro de infortúnios, novatos e lépidos
Assim, há a vida
Um sopro intenso, vela de incenso
No coração do hóspede e do moribundo.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 17/06/2006
Código do texto: T177481

Copyright © 2006. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Cesar Poletto
Piracicaba - São Paulo - Brasil
730 textos (34093 leituras)
1 e-livros (247 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 12:59)
Cesar Poletto

Site do Escritor