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Encômio

Encômio

Fiquei intrigada ao ler um trecho do poeta indiano Rabindranath Tagore que dizia...

‘ “Elogios me acanham, mas secretamente imploro por eles...”.

Pensei ao terminar de ler o trecho acima: implorar elogios!?

Mas não deixei meu pensamento critico findar aí, procurei olhar para todos os lados encontrar o porquê, como, qual a razão... Fui à busca das respostas nas ruas desertas da natureza do homem.

Debrucei no sentido da palavra Elogio, vi um sentido ate então escuro pra mim: estimulo, bem-dizer, aprovação, engrandecer.


Uma definição pessoal, ascender à faísca do bem estar. Aguar uma planta que á dias não sente o frescor da água.


Percebi o tom de suplica do poeta, um elogio nunca é demasiado de for verdadeiro. Nunca é demais elogiar seu amigo pela existência dele, nunca é demais agradecer e elogiar a infinita coragem de sua mãe por ter lhe dado morado em seu corpo.

Nunca é demais elogiar a beleza de um sorriso alheio. Nunca é demais elogiar aqueles que lutam contra as mesquinharias da imperfeição, pondo em pratica o bem não importa a quem. Nunca é demais elogiar quem você ama por lhe amar também.

Percebi nas simples palavras do poeta que elogiar é amar na medida certa.


Não pense que isso é um exagero. Vá às suas recordações e recolha os elogios que recebeu, mas lembre os elogios verdadeiros.

Quando sua professora lhe elogiou em publico pelos 10 que tirou, quando seus pais lhe elogiaram pelo modo educado e gentil que você se comportou naquela festa ou fim de semana com seus avos.

 Ou quando seu amor lhe elogiou pela paciência e compreensão em permanecer presente nos momentos de aflição.

Então, lembrou como é possível um simples elogio dar mais sabor a vida?

Sim agora eu que suplico, elogie em moderação, mas com toda sinceridade sem fingir admiração.





..."
Sou profundamente grata aos meus pais pela paciência e esforço gasto em minha criação, as noites que em claro passaram, arquitetando um futuro com bases sólidas e flores em meu Jardim.

Aos meus irmãos que mesmo em silencio provaram os sentidos dos sentimentos que sentem as mães pelos filhos e da preocupação com a felicidade que o pai planeja mesmo diante do cansaço de um dia exausto.
 
Grata aos meus dois irmãos que me ajudaram a ver que as suposições só fracassam quando analisamos apenas o nosso lado. Desentendimentos auxiliam o crescimento de um cidadão, mesmo que correndo contra a força do orgulho e do querer sempre estar certo.




Sou grata aos que me deram um Olá, que me perguntaram Como vai.  Aos que me informaram as horas e sem ter me visto sorriram diante dos desconcertos que me mirei o acerto.



Sou grata á todos que hoje mesmo estando distante me chamaram pelo nome.



Sou grata á todos que lêem os textos aqui escritos.



Na verdade se são textos, nem estou bem certa. Tento registrar  historias, sentimentos. Na minha loucura infinita, ou ate enquanto eu respirar de caminhar nas cidades do abstrato, mesmo sem ter o convite. Acredito que um dia ele me conceda, aí brindarei meu espaço ao qual peço apenas algumas folhas canetas e lápis.  "






- Ei, olha só o que eu achei: cavalos-marinhos
Sei que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando tudo embora



Jane Krist Coffee
Jane Krist Coffee
Enviado por Jane Krist Coffee em 17/07/2006
Reeditado em 18/07/2006
Código do texto: T195756

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Sobre a autora
Jane Krist Coffee
São Paulo - São Paulo - Brasil
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