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Poema Perdido


Não há mais bela nem há mais moça no frescor dos meus delírios
Que se ensopam nos líquidos do amor que jamais fizemos...
Se houvesse tal cabrocha neste finito espaço de chão,
A me ofertar eficaz o consolo pra tua ausência,
Por certo, estaria eu lá a me fartar na infinita mentira que seda,
Que me rebenta, que me arremessa na certeza do impossível;
Na certeza de nosso eterno aparte, na certeza de nossas essências,
Que, embora atadas na amizade, se fogem no jogo da sedução!...
Inglória convicção de que meus dias serão de ilusão eterna
A te escrever sobre as nossas amarras que nunca se deram...
Sobre os beijos que sempre se deram nas esquinas do ermo...
Nos lençóis da cama em que jamais nos deitamos...
Nas esquinas de minha mente que mente!...
Éder de Araújo
Enviado por Éder de Araújo em 19/07/2006
Reeditado em 08/07/2008
Código do texto: T197535

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Sobre o autor
Éder de Araújo
Santo André - São Paulo - Brasil, 47 anos
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Éder de Araújo