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O dia que eu não sei

Saudade dos teus olhos me querendo bem. Da sua mão junto a minha, dedos entrelaçados na estrada da vida.
Falta. Tenho um lugar vazio nesse coração que bate, e se me olhar, de longe se nota, que está escrito nele “paixão”.
Coração de momentos felizes e também os tristes, que como a alegria é igualmente importante, assim sempre me lembrando da importância do amor.
Tão frágil e simples me vejo. Tão forte e grande enxergo, em mim seu reflexo, eram dois, agora apenas um.
No ar tenho silêncio, no abraço apenas a minha respiração.
As paredes se afastam, a casa não cabe mais em seu lugar. Falta água, despertar e luz. E as árvores perderam suas folhas, as flores de preguiça dizem nunca mais sair. O sol está preguiçoso, e no céu, as nuvens de esconde-esconde não brincam mais.
No rádio a música é sempre a mesma, mas ninguém nunca se cansa, porque essa é a trilha sonora da espera, alimentando o coração.
A melodia parece triste, já quase nem se importam as palavras com o que dizem, que de tanto repetirem coitadas, acabaram sem força. Mas ainda sim nada mudou, é mesmo uma canção de amor!
O sol se escondeu, mudaram a música, todas as pessoas do mundo gritaram juntas. Passavam imagens, fiquei sem coragem, a certeza acabou.
Pensei, pensei e pensei... Mas aí senti, e pro seus braços corri, e disso você talvez nunca irá saber, e que seja eterno enquanto dure esse amor.
MilaCampos
Enviado por MilaCampos em 23/07/2006
Código do texto: T199880
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Sobre a autora
MilaCampos
Sorocaba - São Paulo - Brasil, 31 anos
7 textos (132 leituras)
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MilaCampos