Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Labirintos do Coração

Não apanho dedos pra contar
Fórceps duros de roer
Levo ao extremo
E temo pelo retorno do texto falho
Meu momento carente de amor
Traz da dolorosa ausência, a introdução
Ceando a humanidade em ação
Pela perda irrefutável das aversões
Incorpóreas, malditas, deleitosas
Quantos termos julgados e condenados
A viver por milênios e milênios
Ardendo na miséria com a jaca ao pé
No sangue, todos os porcos de lã
Os quais zombam, introduzem e desmerecem
O apelo, o elã, o afã
Do envelhecido vinho
Do auspicioso pinho
Em rés melódicas e profundas
São amabilíssimos modos de amar
E, não longínquo, de se fartar.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 10/08/2006
Código do texto: T213556

Copyright © 2006. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Cesar Poletto
Piracicaba - São Paulo - Brasil
730 textos (34093 leituras)
1 e-livros (247 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 21:25)
Cesar Poletto

Site do Escritor