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Sedes Minha

Sedes Minha
De R...para R...

Tua boca pequena
Teu corpo formoso
Lábios que jamais beijei
Curvas que jamais toquei
Me propões a amizade
Acaso achas que poderia me conformar com
Esta solidão a dois criada pela amizade
Não compreendes que resignar-me
Apenas a uma relação fraterna
Está muito aquém dos desejos do meu coração
Não és capaz de entender o sentimento arrebatador que me causas
A tua simples presença
Me deixa transtornado
Não lhe compararei com o raio de sol
Na tarde sombria
Porque quando surges a mim
Não há mais tarde sombria ou raio de sol ou qualquer outra coisa
Neste momento só você existe
Palpitação, tremores, calafrios, suspiros
A boca sequiosa pelo beijo
Meu corpo cobiçoso do teu
Quando compreenderás e te entregarás a mim
Para que enfim eu possa beijar tua boca, tocar teu corpo
Palpitando e suspirando e gemendo
Na febre ardente do divino gozo
Renato Cosan
Enviado por Renato Cosan em 24/08/2006
Código do texto: T224127
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Sobre o autor
Renato Cosan
Maringá - Paraná - Brasil, 36 anos
6 textos (230 leituras)
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Renato Cosan