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O abrigo do poeta

Deixo calado o antes abrigo rotineiro, suplanto o momento entoando algo que macera a alma, diluindo lágrimas em vertentes pueris. (talvez um jogo fatal) Caminho trôpego à espera do abismo, onde apenas um passo atirado à eternidade bastará para alcançar a plenitude do vôo, escuridão... Movimentos frágeis de olhos cansados, esperam alçar vôo diante da liberdade senil. A alma, sufocada, inerte, resplandece diante de seus carrascos, atirando ao desatino versos roubados de antes poetas conhecidos. Mas a insignificância do momento contrasta com a magnitude do olhar, sabiamente infinito.
Marcos Rohfe
Enviado por Marcos Rohfe em 26/08/2006
Código do texto: T225996

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Sobre o autor
Marcos Rohfe
Mogi das Cruzes - São Paulo - Brasil, 46 anos
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Marcos Rohfe