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Meus pais



Sempre convivi com meus pais, nasci na menopausa de minha mãe. Tive uma infância - adolescência e parte de minha juventude feliz ao lado dos que amei e amo.
Infelizmente eles se foram num espaço de dois anos. Meu pai foi primeiro, depois minha mãe, dezenove dias antes do meu casamento.
Por eles, fiz alguns sacrifícios. Nada igualado aos que fizeram por mim, com certeza. Os pais nos consideram crianças eternamente. Infelizmente a recíproca não é verdadeira. Para os filhos eles envelhecem, tem vida útil com prazo de validade. E quando não servem mais, colocam-nos em asilos ostensivos e frios de calor humano...
É a vida, uns dizem. E se contentam em visitá-los esporadicamente como se isto fosse tudo  que pudessem proporcionar de melhor a quem lhes deu o mínimo: a vida.
Eu tive o privilégio de viver ao lado das duas melhores pessoas de minha vida: Edmundo e Antonia. O passado está incondicionalmente inserido no meu presente, na saudade, nos conselhos assimilados nos anos de convivência.
Sou profundamente grata aos meus pais que me ensinou os mais belos preceitos. Deles, tiro a vantagem por ter compreendido a tempo, quão são importantes para aplicá-los na nova família que constituí: na base do amor.
Daquele amor e respeito que os meus pais um dia me impingiram como sua marca.
A meus pais minha eterna gratidão!


bette vittorino
Enviado por bette vittorino em 21/09/2006
Código do texto: T245734
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
bette vittorino
Juiz de Fora - Minas Gerais - Brasil, 62 anos
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