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ALMA

Sinto-me semelhante àqueles que nunca vi
Que nem sei se existiram no espaço-tempo
Sou errante, sempre distante e presente...
Num mundo imaginário, fruto de visão nebulosa.

Olhar pousado nalgum lugar além de mim,
Poesia escrita em linhas tortas, sem rimas ou estética
Onde estou que não me encontro?
Quem sou eu, de tantas faces?

Gosto de mentir que sou sempre verdade
Andarilho de pés descalços
Caminhando entre o sol e a lua
Não me sinto compreendida
Em meus infernos e paraísos.

Alma estrangeira, solitária
Descubro que o sinto, a ninguém interessa.
Guardo meus gestos e paisagens
Empreendo minha própria aventura
Não há nada além de mim e da estrada.


Sonia Benato
Enviado por Sonia Benato em 06/11/2006
Reeditado em 24/12/2006
Código do texto: T283807

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Sobre a autora
Sonia Benato
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Sonia Benato