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  "AMOR SIM, SE É MESMO"

 
Evaldo da Veiga



No fundo mesmo, sempre existe
a figura amada: vÍvida ou difusa.

 
É preciso um amor para se viver,
quando se deseja viver de verdade.
Um amor que faça distinguir o momento no tempo

 
O Amor também, às vezes,
exige um jogo de faz de conta bem real.
Não existe amor sem ilusão, dosada, porém ilusão...

 
O amor pode matar, mas quem ama não mata,
deseja vida, perpetuação e vida sem agressão.
Toda agressão é feia, indelicada,
não convive bem com o amor.
 

Quando amor mata, e no auto flagelo
que vai corroendo e corrompendo 
o próprio ser, o todo do ser.

 
O amor tem que funcionar a cem por cento,
não pode ser menos.
Se estiver abaixo, que se erga o amor.

 
O amor não tem mutilações, deficiências,
o amor é lindamente integral...


 
Mas para amar bem legal e integral,
é preciso amar a si mesmo, antes de tudo,
Só assim se apreende o que é doar-se

AMAR PRA VIVER
VIVER PARA AMAR
 
http://www.recantodasletras.com.br/prosapoetica/291012





 
Evaldo da Veiga
Enviado por Evaldo da Veiga em 14/11/2006
Reeditado em 17/03/2012
Código do texto: T291012

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Sobre o autor
Evaldo da Veiga
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil, 73 anos
952 textos (313607 leituras)
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Evaldo da Veiga