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EIS O MEU CANTO.

 

 

Assim, eu te pressinto Joesa.

 

 

Aqui, eu te amo muito e sempre.

As saudades teimosas me invadem,

Sufocando-me, às vezes, chorosas.

É a tua ausência que me castiga constantemente.

Entretanto, conforto-me em saber que és minha,

E que, me tens em teu rubro coraçãozinho.

Vivo embriagado pela tua insistente lembrança:

Esmoreço!

Nos meus sonhos diviso-te com todas as ternuras.

Que tu bem mereces e hás de sempre merecer.

Dentro das noites saudosas e vazias em que me encontro,

Vivo só abraçado com a solidão.

Meu espírito por demais inquieto clama por ti.

A tua pela branca e o teu sorriso bruxuleante,

Ainda docemente infantes, emergem e me despertam,

Para essa dura e pronta realidade que se fez.

É a mesmice de te querer sempre,

Junto a mim, como a pétala a sua flor.

Extasio-me com o teu perfume de filha e de anjo.

Adoro-te, menina linda, devidamente ornamentada

E enriquecida de inexprimível inocência.

Do pai, que navega em sonhos os teus olhos pretos e lindos.

Que esta primavera desabroche cheia de flores somente para ti.

 

Eráclito Alírio

 

 

 

Eráclito Alírio da silveira
Enviado por Eráclito Alírio da silveira em 26/11/2006
Código do texto: T301572
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Sobre o autor
Eráclito Alírio da silveira
Imaruí - Santa Catarina - Brasil, 74 anos
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Eráclito Alírio da silveira