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Insensibilidade

Eles não sentem a dor dos animais e plantas,
Boa parte deles são vazios e inconseqüentes,
São monstros destrutivos e egocêntricos,
Tudo é sacrifício para sua deusa de matança,

O sabor das almas humanas costuma amargar,
Eles não percebem seus erros e culpa,
O templo da mediocridade elegeu seu avatar,
Choro em desespero pelo fim próximo.

Seres dóceis ao nascer,
Doentios ao crescer,
Inimigos da essência que dá vida,
Podres em vida
Ainda insensíveis ao morrer.

Párias débeis destruidoras da Natureza.
Empalada e esquartejada seja sua deusa
A mediocridade cultuada,
Quando os poucos conscientes
Forem muitos evoluiremos.

Quero o fim da calamidade,
Não suporto tanta dor,
A carnificina que os consumirá
Devorará o planeta.
Minha mãe Natureza morre lentamente
Abandonada por meus irmãos.


- Mensageiro Obscuro.
Agosto/2007.
Mensageiro Obscuro
Enviado por Mensageiro Obscuro em 24/08/2007
Reeditado em 24/02/2009
Código do texto: T621224
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Mensageiro Obscuro
São Gonçalo - Rio de Janeiro - Brasil, 33 anos
226 textos (21758 leituras)
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