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Mistérios do Sete

Dizem que há seis pessoas
Entre você e qualquer outra
Um ciclo de sete
São sete os pecados capitais
Sete lapis de cores na minha caixinha
Quando menino de escola  eu era
Sete notas musicais
No sétimo céu a felicidade
Sete dias da semana
Eram sete samurais
No sétimo dia o descanço
Tens que perdoar setenta vezes o sete
Disse o mestre
Sete léguas é a bota, sete vidas tem o gato
Sete buracos na minha cabeça
Sete é o número da mentira
Sob sete palmos dormiremos
Sete anões guardam a donzela
Sete pragas o Egito assombraram
Nossa que mistério tem o sete!
Até na cantiga de roda!
Sete e sete são quatorze
Com mais sete vinte um
Tenho sete namorados
Mas não gosto de nenhum
Cantava a menina
E o poeta imortal também cantou
Sete anos de pastor Jacó servia Labão
Pai de Raquel serrana bela (.....)
E começou outros sete anos servindo
Dizendo que, mais servira se não fora para tão longo amor tão curta a vida.

Penso que isso não é nem a sétima parte
Dos mistérios do sete
Bom, dizem que todo poeta tem o direito de escrever
pelo menos sete besteiras a cada sete luas
Por falta de inspiração
Pintei o sete





Grácio Reis
Enviado por Grácio Reis em 01/09/2007
Reeditado em 16/10/2007
Código do texto: T633801
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Sobre o autor
Grácio Reis
São Paulo - São Paulo - Brasil, 64 anos
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Grácio Reis