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ESCOLHENDO AMIGOS

Escolho meus amigos, não pela cor, pelo corpo bonito
ou por qualquer outro arquétipo. Mas sim, pela maneira de olhar!
Tem de ter brilho forte, ressonante, tonalidade inquietante,
um tanto questionador.

Não interesso pelos bonzinhos de espírito, nem pelos maus de coração. Prefiro aqueles que me fazem louco e santo. Deles espero nem pouco,
nem tanto, apenas que me tragam dúvidas, angustias e que suportem o que há de pior em mim!

Aos que me fazem santo, peço desculpas, perdão por todas as injustiças que fiz e ainda faço na vida! Aos que me fazem louco,  por favor, 
faça mais um pouco, pois é preciso conhecer bem as estradas insanas, para distinguir com clareza o certo do errado.

Escolho meus amigos pela claridade da alma, os que olham no olho, 
cara lavada, não escondem nada,  deixam expostas suas garras, 
os sentimentos escancarados, fatiados em postas.

Não preciso de amigos de risos previsíveis, nem tão pouco
os de choros piedosos, quero amigos sérios, verdadeiros, sinceros
que façam da minha felicidade a sua maior glória!

Amigos que lutam para que as minhas esperanças, as minhas dúvidas
sobervivam, desapareçam nunca! Quero amigos crianças, maduros, velhos, todos que possam fazer-me entender que: A normalidade é uma ilusão imbecil e absolutamente estéril.
paulo cesar coelho
Enviado por paulo cesar coelho em 05/09/2007
Reeditado em 05/09/2007
Código do texto: T640107

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Sobre o autor
paulo cesar coelho
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil
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paulo cesar coelho